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Há 20 anos, Paysandu fazia história na Libertadores. RELEMBRE!

“…a chegada é boa, faz o gol Iarleeeeeey, goooooooooool… alegria do futebol…”. A narração de Marcos César da Fox Brasil faz o torcedor bicolor voltar no tempo e relembrar o apogeu do Paysandu em 109 anos de história.

Há 20 anos -24 de abril de 2003 – Iarley colocou a bola no contrapé do goleiro Abbondanzieri e marcou o gol da vitória sobre o Boca Juniors, em plena La Bomboneira, na Argentina. Apenas o Santos de Pelé, em 1963; e o Cruzeiro de Ronaldo Fenômeno, em 1994, haviam vencido a equipe argentina treinada pelo vitorioso Carlos Bianchi.

“A gente tinha ousadia quando jogava. Era um futebol alegre, bonito. Era um time que gostava de atacar e não sabia se defender, nunca jogava na retranca. Esse jogo ofensivo fez com que o Paysandu conseguisse alcançar seus objetivos. Nossa ousadia era cara do futebol brasileiro”. Iarley em entrevista ao Portal UOL.

Relembre o gol:

A vitória sobre o Boca e o sucesso na Libertadores colocou o clube paraense em 39º lugar no ranking mundial de clubes. O Paysandu está entre os clubes brasileiros com um dos melhores aproveitamentos na Conmebol Libertadores com mais de 70%. Foram oito jogos, cinco vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Naquele ano, o Papão disputava a Série A do futebol brasileiro.

“O pessoal do Boca dizia que iam meter uma goleada de 8 na gente, que já iam conseguir a classificação em Buenos Aires”, disse Robson, o Robgol, um dos artilheiros do Paysandu, em entrevista ao UOL.

A conquista da Copa dos Campeões de 2002 deu ao Paysandu o direito de disputar a Libertadores no ano seguinte. Façanha que até nos dias atuais deixa o clube bicolor como o único da região norte a ter disputado a maior competição do continente.

A única derrota do Paysandu na Libertadores foi fatal. No jogo de volta das oitavas de final em Belém no Mangueirão, o Boca venceu por 4 a 2 e eliminou o time brasileiro.

Escalações:

Paysandu: Ronaldo; Rodrigo (Gino), Jorginho, Tinho e Luis Fernando; Vanderson, Lecheva (Bruno), Sandro e Vélber (Rogério); Iarley e Robgol. Técnico: Dario Pereyra.

Boca Juniors: Abbondanzieri; Ibarra (Calvo), Burdisso, Crosa e Rodríguez; Battaglia (Moreno), Cascini, Cagna (Tévez) e Donet; Schelotto e Delgado. Técnico: Carlos Bianchi

Veja os jogos do Paysandu na Libertadores em 2003:
(1ª fase – Fase de Grupos)
– Sporting Cristal 0x2 Paysandu
– Paysandu 0x0 Cerro Porteño
– Paysandu 3×1 Universidad Católica
– Paysandu 2×1 Sporting Cristal
– Cerro Porteño 2×6 Paysandu
– Universidad Católica 1×1 Paysandu

(2ª fase – Oitavas de final)
– Boca Juniors 0x1 Paysandu
– Paysandu 2×4 Boca Juniors

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