FOCO TOTAL

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Após vitória, Júnior Rocha freia clima de clássico e avisa: “Não quero saber de Re-Pa agora”

Técnico do Paysandu valoriza os três pontos contra o Capitão Poço, elogia Kleiton Pego e reforça que o foco total do elenco está no duelo contra a Tuna Luso.

Júnior Rocha – treinador do Paysandu — Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu

A vitória por 1 a 0 sobre o Capitão Poço, na tarde deste domingo (1º), na Curuzu, foi celebrada pelo Paysandu não apenas pelos três pontos, mas também pelo momento de afirmação dentro do Campeonato Paraense. Após a partida, o técnico Júnior Rocha fez questão de valorizar o resultado e, principalmente, blindar o elenco de qualquer clima antecipado para o clássico Re-Pa.

Definido nos acréscimos do primeiro tempo, com um chute de fora da área de Kleiton Pego, o triunfo reforçou a proposta de jogo defendida pela comissão técnica. Segundo Júnior Rocha, a orientação passada aos atletas é clara: arriscar sempre que houver espaço.

“O atleta precisa finalizar. A orientação é acertar o gol, porque pode ter desvio, falha do goleiro ou até o gramado ajudar. Hoje fomos felizes, como no chute do Kleiton”, destacou o treinador.

O comandante bicolor também aproveitou para elogiar a evolução de Kleiton Pego, autor do gol da vitória. Conhecido por atuar mais aberto e apostar no drible, o atacante vem sendo cobrado para aprimorar as finalizações, algo que, segundo o técnico, já tem sido trabalhado nos treinos.

“Ele gosta de ir à beirada, de driblar, e acaba ficando com essa fama de não finalizar tanto. Mas vem treinando isso. Nesta semana, inclusive, fez trabalhos extras de finalização”, revelou.

Apesar da sequência de clássicos no calendário, primeiro contra a Tuna Luso, na quarta-feira (4), e depois diante do Remo, no domingo (8) Júnior Rocha foi enfático ao descartar qualquer projeção para o Rei da Amazônia neste momento. Para ele, o Paysandu precisa pensar jogo a jogo.

“O nosso foco único é a Tuna. Não quero nem saber de Re-Pa agora”, afirmou. “Estamos em um processo de adaptação, de construção de um modelo de jogo. É um elenco novo, cada atleta chega com seus vícios, e o trabalho é fazer com que entendam a nossa metodologia. É doloroso, mas faz parte”, completou.

O Paysandu agora se prepara para viajar até Augusto Corrêa, onde enfrenta a Tuna Luso nesta quarta-feira (4), às 15h30, buscando manter o aproveitamento perfeito no Parazão e consolidar o bom início de temporada antes dos grandes desafios que virão.

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